Você sabe o que é “consumerização”? Você pode não saber o significado, mas na prática já deve ter sido envolvido por essa mudança que tem invadido os ambientes corporativos. Pois bem, consumerização representa a transformação do ambiente de trabalho em algo similar ao ambiente pessoal. Os usuários querem poder usar seus iPads, iPhones, smartphones e etc também no local de trabalho. Basta observar o comportamento das pessoas em salas de reunião, elevadores, praças de alimentação, metrô e em outros espaços para perceber que a tendência veio para ficar.
Uma pesquisa mundial da Accenture com 4 mil empregados e cerca de 300 executivos de TI, revelou que 45% dos entrevistados consideram seus equipamentos e aplicativos pessoais mais amigáveis do que os fornecidos pelas áreas de TI das suas empresas. Os dados mostram ainda que 23% dos profissionais usam regularmente equipamentos e aplicativos pessoais em atividades relacionadas ao trabalho. E mais: para eles esse hábito está diretamente relacionado a inovação, produtividades e satisfação no trabalho. Essa tendência se mostra mais forte nos mercados emergentes, como Brasil, China, Índia e México.
A consumerização traz, portanto, um grande desafio às áreas de TI das empresas: como administrar e gerenciar este novo parque de equipamentos e software? Como essas áreas irão sobreviver no futuro? A pesquisa da Accenture alerta que resistir não é uma opção. O momento é de entender como a consumerização está presente no ambiente e então considerar como gerenciar riscos.
O fato é que as pessoas querem ser as mesmas no trabalho, em casa, na escola, nas ruas, o que inclui usar os mesmos equipamentos e aplicativos.
Fonte: pesquisa”Consumerization for Enterprise IT” – Accenture Institute for High Performance
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A Core Brazil, empresa de representação comercial que atua com produtos turísticos, se uniu à Parsec.digital para a construção de aplicativos móveis voltados para o setor hoteleiro. Desta parceria nasceu o “Fastapp Hotéis e Pousadas”, uma solução para que empresas do setor turístico possam utilizar a plataforma mobile como mais um canal de comunicação e relacionamento com seus clientes.
Utilizando os aplicativos desenvolvidos pelo FastApp Hotéis e Pousadas, os usuários de smartphones encontrarão e escolherão onde se hospedar com muito mais facilidade.
“Foi com o objetivo de viabilizar iniciativas que aproveitem a mobilidade para o setor turístico que estamos felizes em anunciar nossa parceria com uma das principais startups brasileiras de tecnologia mobile, a parsec.digital”, afirma Bruno Boer Silva, Diretor de Novos Negócios da CORE Brazil.
“Por meio da nossa diretora de operações, Andrea Ulian, que tem sólida experiência no mercado de turismo, foi possível criar a aproximação com a CORE Brazil para desenvolver ferramentas mobile que farão toda a diferença no dia a dia dos usuários desta plataforma, bem como retorno para nossos clientes.”, comenta Pedro Anisio Silva, CEO da parsec.digital.
“Acreditamos que a base dessa parceria está no ótimo relacionamento comercial que a CORE Brazil mantém com o segmento hoteleiro e no know how tecnológico da parsec.digital no desenvolvimento de soluções mobile”, finaliza Pedro Anisio Silva.
Sobre a CORE Brazil
A CORE Brazil é uma empresa de representação comercial que atua com produtos turísticos de diferentes segmentos. A partir do vínculo estabelecido entre Sylvia Pereira Ignacio (especializada nos segmentos Corporativo e Luxo Internacional) e Bruno Boer Silva (especializado nos segmentos Tour & Travel Nacional e Ecoturismo), a CORE Brazil passa a ser uma corporação eclética e pronta para atuar nas mais diversas áreas do mercado, brasileiro e internacional. Atualmente representa produtos turísticos diversos (hotéis, pousadas e destinos exóticos) na América do Norte, Europa, Brasil e África do Sul. Acesse: http://www.corebrazil.tur.br
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O Mobile World Congress, maior evento de mobile do mundo, que aconteceu em Barcelona na última semana, trouxe lançamentos de encher os olhos. A taiwanesa ASUS, por exemplo, apresentou um dos lançamentos mais curiosos: o Padfone, equipamento três em um, que reúne smartphone, tablet e teclado. A novidade traz ainda uma caneta stylus, com conexão Bluetooth. E foram ainda muitos outros destaques em smartphones e tablets.
Mas tanta tecnologia mobile ainda esbarra em uma inevitável questão para a realidade brasileira: a chegada de equipamentos 4G, que fazem a conexão entre aparelhos celulares e operadoras.
Paulo Bernardo, ministro das comunicações, esteve no Mobile World Congress e falou à imprensa sobre a política do país para equipamentos do tipo. Adiado duas vezes, o leilão 4G está previsto para ocorrer em meados de maio deste ano. No edital, o governo propõe que entre dezembro de 2012 e dezembro de 2014, 60% dos produtos adquiridos para as novas redes terão de ter conteúdo local, sendo 50% fabricados no país e 10% com tecnologia desenvolvida localmente. Este percentual sobe até chegar a 70% de equipamentos com conteúdo local a partir de 2017. Para o governo, essas medidas visam o desenvolvimento de tecnologia no Brasil e assegurar que pelo menos parte dos equipamentos seja fabricada aqui, e não importada da China.
As fabricantes vêem com ressalvas a política do governo. Para elas o desafio é como ter um preço competitivo em relação aos produtos importados, já que os custos locais para fabricação seriam maiores se consideradas questões como câmbio e trabalhistas.
A discussão entre governo, operadoras e fabricantes parece ainda estar longe de terminar. Enquanto isso, nos resta aguardar pacientemente pela chegada da nova banda e de toda a tecnologia em eletrônicos que a segue.
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Vem aí o GSMA Mobile World Congress (MWC), considerado o maior evento de mobile do mundo. Novamente o MWC acontece em Barcelona, de 27 de fevereiro a 1 de março de 2012. No último ano o evento recebeu pessoas de mais de 200 países, num total de 60 mil visitantes e 1.400 expositores.
O que torna o MWC um sucesso? Por certo a rica oportunidade de aprender junto a mais de 12 mil desenvolvedores de aplicativos móveis; a possibilidade de expandir o networking diretamente ligado ao setor; a vitrine incrível de produtos e lançamentos; entre outros fatores, como uma simples curiosidade, por exemplo. E a organização do evento garante que este ano as surpresas serão realmente surpreendentes.
O crescimento do MWC é mais uma prova de que a tecnologia mobile está incorporada à nossa vida. Quem ainda não a experimentou não demorará muito para topar com ela. Já é possível encontrá-la nas escolas, carros, casas, eletrodomésticos, governos e diversos utilitários. Parece pouco? Pois tenha a certeza de que ainda estamos muito longe de atingir a fronteira de até onde o mobile pode nos levar.
Quer saber mais sobre o MWC? Então clique aqui para acessar o site do evento e veja como participar.
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Aplicativo oferece aos usuários uma nova forma de consumir informação.
Veja acaba de lançar o App 24H VEJA.com, com o objetivo de proporcionar aos leitores, em tempo integral, conteúdo de maneira mais rica e humana por meio do uso de tecnologia. O aplicativo foi um projeto ousado e inovador da DAS DAD, que contou com a experiência da parsec.digital, empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos móveis, para sua execução.
Disponível para usuários de iPad, o aplicativo permite uma leitura de maneira personalizada, dinâmica e interativa das notícias mais recentes do portal VEJA.com, assim como a previsão do tempo, os indicadores financeiros, aniversariantes e compromissos do dia, por exemplo. Todo esse conteúdo é narrado e animado.
De acordo com Pedro Anisio Silva, CEO da parsec.digital,” este foi um trabalho desafiador por se tratar de um dos veículos de maior credibilidade no país, por certo os leitores da Veja.com sentirão os benefícios do app”.
A ideia de criação do 24h Veja.com veio a partir do filme de ficção futurista “O Sexto Dia”. “Existe uma cena em que o personagem interpretado por Arnold Schwarzenegger acorda e vai ao banheiro. Nesse momento, o espelho (que também é um monitor) fala bom dia, informa notícias do dia, compromissos e aniversários. Desde que vi essa cena, sempre quis ter aquele espelho. Hoje, 12 anos depois do filme, pensei em como poderia realizar isso, que foi possível graças a plataforma iOS, integrações de serviços web e, claro, a consultoria técnica da parsec.digital, que acreditou no projeto desde o início”, explica o Diretor da DAS DAD, Rodrigo Scotti.
Clique aqui e confiram o artigo do CEO da parsec.digital, Pedro Anisio Silva, para o Mobile Time sobre a importância das empresas investirem na plataforma mobile como canal de comunicação, relacionamento, distribuição e vendas, permitindo a qualquer marca estar ao alcance do seu público em todo lugar e a qualquer hora.
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Uma das novidades do novo sistema operacional da Apple, o iOS5, foi o recurso de newsstand ou numa tradução livre : “banca de revista”.
Com ele, todos os aplicativos de publicações (revistas e jornais) ficam agrupados na forma de pasta, porém com o layout diferenciado (muito próximo do encontrado no aplicativo iBook).
Mais do que apenas uma nova maneira de organizar os aplicativos dentro dos aparelho, o newsstand traz uma funcionalidade bastante interessante: o download automático das novas publicações para cada título em background, sem necessidade de ação do usuário. Com essa funcionalidade, ao acordar pela manhã o usuário pode ler os principais jornais do mundo diretamente em seu aparelho sem esperar pelo download.
A impressão deixada por essa nova funcionalidade é batante positiva. Marcela Ulian – Diretora da parsec.digital – já começa a perceber o aumento do interesse das editoras nacionais – “A repercussão causada pela chegada do newsstand foi ótima. Temos recebido vários contatos de editoras interessadas em colocar suas publicações nos tablets, muito por conta dos resultados que estão sendo observados lá fora.”
O otimismo não é para menos, editoras como a Conde Nast anunciaram recentemente que essa maior visibilidade de suas publicações fez aumentar em cerca de 270% a quantidade de downloads. Editoras menores como a PixelMags fala em aumentos de até 1.000%.
Esse cenário reforça a importância das plataformas digitais para as empresas que trabalham na criação/distribuição de conteúdo e mostra mais uma vez a propensão do usuário em pagar por conteúdo qualificado uma vez que o mesmo seja oferecido através de uma interface amigável e com um processo de pagamento simples.
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A Apple divulgou os números oficiais do primeiro fim de semana de vendas do iPhone 4S, que segundo o VP, Philip Schiller, “aliado a iOS 5 e iCloud, é o melhor iPhone já feito”.
Apesar da frustração de parte da crítica, as vendas não decepcionam. A empresa afirma ter vendido 4 milhões de aparelhos entre sexta-feira e domingo.
Há pouco mais de dois anos, Steve Jobs comemorava a marca de 1 milhão de iPhones 3G vendidos em um fim de semana. “Foram precisos 74 dias para vender o primeiro milhão de iPhones originais”, comparava.
Hoje, a Apple desfruta de um modelo comercial sólido, oferecendo hardware, sistema operacional e software, além de produtos e serviços na nuvem. Como consequência disso, aglomerou 25 milhões de usuários de iOS 5 e 20 milhões no iCloud, segundo o comunicado oficial.
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Já falamos sobre o desenvolvimento de aplicativos mobile para crianças aqui no bpd. Este vídeo do Mashable ilustra perfeitamente a intimidade das crianças com tablets e smartphones. No final, uma homenagem a Steve Jobs.
Os pequenos compreendem o touchscreen com admirável facilidade. O desenvolvimento de apps infantis, e todo um mercado envolvendo crianças, tablets e smartphones desponta com potencial. Hoje, existem inclusive modelos de tablets feitos especialmente para o público mirim, com motivos infantis, aplicativos desenvolvidos especificamente para crianças, formato compacto e proteção reforçada.
LeapPad é ótimo brinquedo para introduzir crianças aos tablets
Também já existem diversos acessórios para proteger seu iPad das mãozinhas mais desastradas e traquinas.
O estudo ainda aponta que, em média, as crianças começam a realizar downloads nos aparelhos dos pais com 9 anos de idade. Considerando que muitas destas nasceram antes dos smartphones, a tendência é que esta média baixe cada vez mais.
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Promovendo novas ferramentas em seu sistema de métricas mobile, o Flurry Analytics presenteou seu público com uma comparação esclarecedora entre os percentuais de audiência de TV, internet e apps mobile nos EUA.
Considerando apenas aplicativos para iOS e Android (que representam a esmagadora maioria dos apps mobile), o estudo concluiu que o horário não é tão decisivo para a audiência dos apps quanto é para televisão e internet. As porcentagens de audiência da televisão só superam os apps para iPhone, iPad, iPod e dispositivos Android durante o horário nobre e antes das 6h da manhã.
Este fenômeno se explica devido à própria natureza das tecnologias móveis, que acompanham seu público durante o todo o dia, e podem ser acessados de qualquer lugar. Além disso, muitos apps são utilizados para trabalho ou como solução para situações cotidianas. Assim, no horário comercial, aplicativos mobile são acessados por uma parcela maior do número total de usuários.
Hoje, televisão e internet alcançam uma quantidade maior de pessoas. No entanto, baratos e convenientes em relação a PCs e TVs, e oferecendo cada vez mais conteúdo de qualidade, os dispositivos mobile e seus aplicativos devem ser a mídia mais popular dos próximo anos.
Muitos outros detalhes sobre o comportamento dos usuários de tablets e smartphones estão sendo colhidos pelo novo sistema do Flurry e por outras empresas de métricas mobile. Assim, cada vez mais será possível compreender este universo e realizar investimentos mais precisos em publicidade mobile e no desenvolvimento de aplicativos.
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